A morte do voluntário que participava dos testes da vacina Coronavac e que levou à suspensão dos procedimentos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) foi provocada por suicídio. A informação foi divulgada pela TV Cultura e confirmada por VEJA.

(Foto: EBC)

Na noite de segunda-feira, 9, a Anvisa citou um “evento adverso grave” para justificar a suspensão dos estudos da fase 3 da vacina, que está sendo produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

Nesta terça-feira, 10, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, já havia afirmado que o evento não estava associado à vacina. “Nós estamos tratando aqui de um evento adverso grave que não tem relação com a vacina. Essa informação está disponível na Anvisa desde o dia 6, quando foi notificado o evento adverso grave”, afirmou Covas em entrevista coletiva realizada no Instituto Butantan. “Os estudos deverão ser retomados em dois dias”, disse ele.

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