Quando o menino entrava na sala de aula, em um colégio no interior de Minas Gerais, os colegas levantavam-se e diziam em coro: “Heil, Hitler”. Após a saudação nazista, caracterizada pela mão na altura da testa, com pronúncia desajeitada do alemão, o som das risadas ecoava na sala, para o desespero da professora. Enquanto a docente pedia silêncio, o aluno chamado Hitler Viana procurava um lugar para se sentar.

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Atualmente, aos 36 anos, ele ainda vive situações peculiares por conta do nome escolhido por seu pai, um caminhoneiro já falecido. Ele é um dos 188 brasileiros que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), carregam como nome o sobrenome do austríaco responsável pelo holocausto na Segunda Guerra Mundial.

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