A Naja kaouthia que picou Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkuhl, 22 anos, e deu início a uma ampla investigação sobre tráfico internacional de animais exóticos pode ter familiares em Brasília.

Metrópoles teve acesso a conversas que apontam ter havido uma reprodução clandestina no Distrito Federal e cada animal da ninhada de Najas foi vendido por cerca de R$ 5 mil.

Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília

Além de Pedro, outros criadores de exóticos em Brasília adquiriram exemplares, que seriam irmãs e até mesmo a mãe da serpente que deixou em coma o estudante de medicina veterinária.

A reportagem ouviu médicos veterinários, que disseram que cobras são diferentes de outros bichos e não se reconhecem como “família”.

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