“Diagnóstico não é fim, é recomeço”. Assim se apresenta Fernanda Martinez, 22 anos, nas redes sociais. A jovem de Santa Catarina, diagnosticada com a síndrome de Ehlers-Danlos, se alimenta há dois anos por meio de uma sonda, por não conseguir fazer a digestão das refeições.

 

Fernanda Martinez usa as redes sociais para falar sobre o dia a dia da doença. Foto: Reprodução/Instagram

 

“Nunca nos passa pela cabeça sobre perder algo que, desde a nossa existência, foi e é tão essencial — a habilidade de mastigar, engolir, passar bem após as refeições, absorver, manter o corpo nutrido e saudável”, escreveu Fernanda.

A síndrome é um distúrbio hereditário do colágeno caracterizado por hipermobilidade articular – com articulações que se movem além do limite sem grandes esforços –, hiperelasticidade dermal, fragilidade tecidual generalizada e pode afetar também o sistema digestivo. Entre as complicações da jovem catarinense, estão a paralisia do trato digestivo e a falência intestinal.

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