Dois anos após o crime que abalou Araquari (SC), a Justiça condenou a 13 anos de prisão em regime fechado o homem acusado de matar a companheira, a italiana Antonella de Rosa, de 43 anos. O julgamento ocorreu na última sexta-feira (27) e reconheceu as qualificadoras de feminicídio e meio cruel.
O crime aconteceu entre os dias 26 e 27 de fevereiro de 2024, em uma casa no bairro Colégio Agrícola. Segundo a denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o réu matou a companheira dentro da casa onde o casal vivia.

Mulher foi morta a marretadas
A investigação apontou que ele usou uma barra de ferro e uma marreta para atingir a cabeça da vítima. Após o assassinato, escondeu o corpo por vários dias e o enterrou nos fundos do terreno. As informações são do portal ND Mais.
O cadáver foi achado em 6 de março de 2024, após diligências da Polícia Civil de Santa Catarina. O próprio companheiro confessou o crime e indicou o local onde havia enterrado o corpo.

Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que a violência dos golpes e o contexto de violência doméstica evidenciaram a gravidade do caso.
Réu foi condenado por feminicídio
O Conselho de Sentença acolheu as provas e condenou o réu por homicídio qualificado por meio cruel e feminicídio.
Mesmo com possibilidade de recurso, a Justiça determinou a prisão imediata e negou o direito de recorrer em liberdade. A Promotoria avalia pedir aumento da pena.
À época do crime, o caso teve repercussão internacional. Amigos relataram a dificuldade de comunicar a morte à família de Antonella, que vive na Itália. A investigação também apontou histórico de relacionamento conturbado entre o casal.
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