A Polícia Civil de São Paulo pediu a exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta com um tiro na cabeça no imóvel onde morava com o marido, na região central da capital paulista.

Policial militar Gisele Alves Santana em foto de arquivo; caso é investigado como morte suspeita.
Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça. (Foto: Arquivo pessoal)

O objetivo da medida é esclarecer dúvidas sobre as circunstâncias da morte. A investigação corre sob sigilo por determinação da Justiça.

Segundo o advogado José Miguel Junior Silva, que representa a família da policial, os parentes “não se opõem à exumação”. A informação foi divulgada pelo Metrópoles.

Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio. Posteriormente, passou a ser investigado como “morte suspeita”. De acordo com a defesa da vítima, o local onde o corpo foi encontrado não teria sido preservado adequadamente para a realização da perícia.

O marido de Gisele, que é tenente-coronel da Polícia Militar, afirmou em depoimento que havia pedido o divórcio e que ela não teria reagido bem à decisão. Segundo ele, o disparo teria ocorrido enquanto ele tomava banho. Após o ocorrido, o oficial se afastou do cargo por conta própria.

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