O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), assinou um decreto suspendendo temporariamente alvarás e autorizações para funcionamento para locais e eventos com potencial de aglomeração a partir de sexta-feira (20).

(Foto: Divulgação)

O texto, divulgado por Kalil em suas redes sociais, cita casas de shows e festas, boates, feiras, exposições, shopping centers, cinemas, teatros, clubes, clínicas de estética e salões de beleza, restaurantes, lanchonetes e – dos pontos que fazem a fama da capital mineira – bares.

O decreto diz que estabelecimentos podem fazer entrega em domicílio ou disponibilizar retirado no local, desde que alimentos estejam embalados para serem consumidos fora.

A suspensão não se aplica a supermercados, farmácias, laboratórios, hospitais e outros serviços de saúde. Bares e restaurantes que funcionam dentro de hotéis poderão seguir atendendo hóspedes.

Dos 19 casos confirmados até esta quarta-feira em Minas Gerais, 10 estão na capital. Kalil decretou situação de emergência em saúde pública.

Em seu Twitter, onde anunciou o decreto, o prefeito de BH disse que anunciará na quinta novas medidas, alegando que o governo de Romeu Zema (Novo) havia recuado em tomar providências previamente combinadas entre eles.

“O Governador me ligou. Já tínhamos combinado Uma pena. Preocupado com votos e não com vidas”, escreveu Kalil. “Amanhã, Belo Horizonte anuncia suas medidas solitárias”.