Para combater um vírus inédito que provocou uma pausa forçada no mundo, a ciência está recorrendo à criatividade. Cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, em parceria com o projeto Spark, da Austrália, encontraram uma alternativa diferente: usar anticorpos de galinhas.

(Foto: JAKUB KAPUSNAK/FOODIESFEED)

 

Quando injetadas com a proteína spike (usada pelo coronavírus para invadir as células do corpo humano), as galinhas montam uma resposta imunológica robusta para proteger o próprio organismo — tão forte, que parte dos anticorpos específicos acaba sendo passado para a gema dos ovos produzidos por elas.

A ideia dos pesquisadores é usar esses anticorpos para criar um soro que proteja o nariz, porta do coronavírus no corpo humano. Se funcionar, o líquido poderá ser usado cada vez que as pessoas precisassem se expor a uma situação na qual exista risco de contágio.

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