O filho de Sarah Corner, uma mãe que vive em DeKalb, na Georgia, Estados Unidos, foi diagnosticado com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), em outubro do ano passado.
A mãe, então, foi à escola e orientou os funcionários, já que o menino teria que tomar uma medicação pela manhã, horário em que estaria em aula.
A recomendação era de que o remédio fosse amassado e oferecido com suco. No entanto, ela ficou chocada ao descobrir que a escola teria usado uma abordagem bem diferente.
Ela recebeu uma ligação de uma professora substituta da instituição, Stephanie Patterson, contando que viu uma cena horrível. Segundo a docente, ela ouviu os gritos do menino e correu até a sala em que ele estava para ver o que estava acontecendo.
Ao chegar lá, deparou-se com a enfermeira da escola prensando a criança na parede e segurando sua boca e seu queixo, colocando a pílula à força em sua garganta.
“Eu sei que nenhum professor ou funcionário da escola deveria colocar as mãos em uma criança daquele jeito”, disse Stephanie, à emissora de TV local Waff 48
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