Jenna Karvunidis ainda tem na parede de casa a reportagem de uma revista sobre o chá de revelação que ela fez em 2008.

Em 2008, Jenna (à esq.) fez um chá de revelação para sua primeira filha, Bianca (ao centro) (Foto: Arquivo Pessoal)

 

Por causa disso, a americana é apontada como a criadora desse tipo de festa, em que casais descobrem junto com amigos e familiares o sexo de seu bebê. Mas Jenna diz hoje que gostaria que alguém apontasse não ter sido ela quem “inventou” esta moda.

“Não sou eu que digo que criei, é algo que dizem sobre mim, e adoraria que provassem que não fui eu. Já me arrependi e me senti culpada e responsável por isso”, afirma Jenna.

Ela explica que esse sentimento se deve em parte à dimensão e os caminhos que o chá de revelação tomou. “Hoje, as pessoas explodem coisas para revelar o sexo do bebê, tem gente morrendo por causa disso, há incêndios em florestas, estão usando animais”, diz.

Mas Jenna também acredita que esse ritual atribui uma importância excessiva ao sexo biológico de uma criança. “Há uma visão por trás do chá de revelação que reforça uma dicotomia perigosa entre masculino e feminino e envolve uma tentativa de colocar a mulher de volta no seu lugar.”

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