Ibrahima Ndiaye tem sofrido com uma decisão importante nos últimos dois anos e meio: se optasse pela cirurgia de separação das filhas siamesas, uma delas morreria. Mas, caso decidisse por não intervir, nenhuma das duas sobreviveria. Foi o que o senegalês ouviu de médicos no hospital Great Ormond Street, em Londres, onde chegou quando elas tinham 8 meses de vida, à procura de ajuda. As informações são do jornal “The Guardian”.

Marieme e Ndeye, de 3 anos, são gêmeas siamesas Foto: Reprodução / JustGiving/ Crowdfunding

Marieme e Ndeye têm cérebros, corações e pulmões separados, mas compartilham fígado, bexiga, sistema digestivo e três rins. O maior problema é que o coração de Marieme não suportaria a operação, segundo médicos. Já a irmã tem chances razoáveis de viver com qualidade.

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