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A estação espacial chinesa Tiangong-1 praticamente se desintegrou ao reingressar na atmosfera terrestre acima do Pacífico Sul neste domingo, apontam relatos da China e dos Estados Unidos. Seus destroços teriam caído no mar. O reingresso na atmosfera ocorreu por volta das 21h15, no horário de Brasília, disse o Escritório de Engenharia Espacial Tripulada da China.

Grande parte da estrutura acabou queimada no caminho de volta ao planeta. As autoridades espaciais têm dado a indicação bastante vaga “acima do Pacífico Sul” sobre o local da queda. Especialistas dos EUA no Comando de Forças Espaciais Conjuntas disseram ter usado tecnologia de análise de órbita para confirmar a reentrada da Tiangong-1 na atmosfera terrestre.

Houve dificuldades, no entanto, para prever exatamente onde sua reentrada ocorreria – e, pouco antes da hora, a agência espacial chinesa sugeriu erroneamente que seria perto de São Paulo, no Brasil.

No Twitter, o astrônomo Jonathan McDowell, do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, postou que a estação, na verdade, parece ter caído a noroeste da ilha de Taiti, na Polinésia Francesa.

A Agência Espacial Europeia também havia previsto que ela provavelmente se desintegraria sobre o mar, que cobre grande parte da superfície da Terra. E que as chances de alguém ser atingido por fragmentos eram “10 milhões de vezes menores do que a de ser atingido por um raio, anualmente”.

Não está claro quantos destroços atingiram intactos a superfície terrestre.

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