Uma doença rara mudou completamente a rotina de uma mulher por anos. A britânica Caitlin Jones, de 20 anos, passou seis anos sem conseguir arrotar devido a uma condição pouco conhecida chamada disfunção cricofaríngea retrógrada, popularmente apelidada de “síndrome do arroto”. As informações são do portal Daily Star.

O problema começou no início da pandemia de coronavírus. Ao tentar arrotar, Caitlin percebeu que algo estava errado: o ar não era liberado corretamente, e o corpo reagia com sons incomuns, semelhantes ao coaxar de um sapo. Além do desconforto, a situação causava constrangimento no dia a dia.
Sem diagnóstico, mulher ficou sem arrotar e conviveu com doença rara por anos
Sem saber exatamente o que tinha, ela conviveu por anos com a condição até finalmente receber o diagnóstico correto. A partir daí, iniciou o tratamento com aplicação de toxina botulínica, o botox, diretamente no músculo cricofaríngeo, responsável pela liberação de ar.

Na primeira tentativa, o procedimento não trouxe o resultado esperado. No entanto, em 2026, após dobrar a quantidade da substância aplicada, Caitlin finalmente teve melhora significativa. O tratamento permitiu que ela voltasse a arrotar normalmente após seis anos de sofrimento.
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