Sessenta e sete dias após o primeiro caso confirmado, o Brasil chegou a 101.147 contaminações por coronavírus e 7.025 mortes pelo novo coronavírus, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde na tarde deste sábado (2). Segundo o governo, foram 275 novas mortes confirmadas nas últimas 24 horas, além de 4.588 novos casos. A mortalidade é de 6,9%.

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Epicentro da crise, São Paulo teve 2.627 mortes e 31.772 casos confirmados. O índice de isolamento social vem caindo no estado, o que preocupa autoridades. Neste domingo (3), o isolamento foi de apenas 53%, o pior domingo da quarentena. Na quinta-feira (30), essa taxa chegou a 46%, menor marca das últimas semanas.

Logo atrás, o Rio de Janeiro tem 11.139 casos e 1.019 mortes. O estado é seguido no ranking por Pernambuco (8.643 casos e 652 mortes) e Ceará (8.370 casos e 663 óbitos).

O epicentro mundial, hoje, são os Estados Unidos. Até a tarde deste domingo, o país confirmava cerca de 1,14 milhão de contaminações, de acordo monitoramento da universidade americana Johns Hopkins. Já morreram até agora 65,6 mil pessoas no país.

Na sequência, vem a Espanha, com mais que dobro de casos do Brasil, cerca de 214 mil contaminações. Lá, no entanto, o pico já passou, isto é, o número de novos casos vem diminuindo.

Isso permitiu ao país começar a afrouxar o lockdown (quarentena severa, com proibição de sair à rua sem justificativa). Depois de mais de dois meses, os espanhóis puderam sair para praticar atividades físicas ao ar livre pela primeira vez neste sábado.
Itália, Reino Unido e França aparecem na sequência, com as situações mais severas da Europa e do mundo.