(Foto: Reprodução BBC Brasil)

Suzie (nome fictício) costumava aproveitar as visitas que fazia às casas das amigas, que também eram mães como ela, para deixar o bebê no carrinho, na sala, e entrar rapidamente no banheiro. Ali, ela fazia uma carreira de cocaína. Ou as mães consumiam a droga juntas, na cozinha.

Suzie passou a consumir cocaína quando frequentava a universidade, mas o problema cresceu quando ela se tornou mãe e começou a se sentir isolada e deprimida.

“Me sentia aterrorizada, sentia que não sabia o que estava fazendo (como mãe)”, conta. “Ter filhos é a coisa mais difícil que já fiz.”

Ela achou que uma segunda gravidez a ajudaria a parar de consumir a droga. Não deu certo.

Uma vez, me encontrei com uma amiga na noite anterior ao meu ultrassom de 20 semanas (de gestação), e ela estava com um cara que era traficante. Ele pegou a minha mão e colocou uma pedra de cocaína dentro. Me senti incapaz de não consumir. Lembro que no dia seguinte, durante o ultrassom, o bebê estava enlouquecido na minha barriga, enquanto eu pensava, ‘eu fiz isso com ele’.”

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