
O último teste nuclear anunciado pela Coreia do Norte no domingo passado voltou a alarmar não apenas Washington mas também países vizinhos na Ásia.
Depois de os norte-coreanos terem anunciado que acionaram uma bomba que, segundo a mídia oficial de Pyongyang, seria de hidrogênio e poderia ser transportada por um míssil de longo alcance, o presidente dos EUA, Donald Trump, convocou assessores militares para discutir as opções disponíveis.
Depois da reunião, o secretário de Defesa americano, James Mattis, ameaçou “uma resposta militar em massa” se o líder norte-coreano Kim Jong-un atacasse território americano ou algum de seus aliados na Ásia.
Nas últimas semanas, por mais de uma vez os EUA ameaçaram a Coreia do Norte com ações militares que não se materializaram.
Muitos analistas destacam os perigos de uma intervenção militar contra Pyongyang e os efeitos devastadores que sua resposta poderia ter.
O caminho adotado, ao menos por enquanto, parece se limitar à pressão política e diplomática. Há pelo menos quatro opções para lidar com os testes nucleares da Coreia do Norte sem recorrer ao uso da força.
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