(Foto: Youtube)

Três pessoas foram condenadas por integrarem o grupo Ação Nacional. Adam Thomas, de 22 anos, sua parceira Claudia Patatas, de 38, e Daniel Bogunovic, de 27, eram membros da organização neonazista de extrema direita que foi banida por leis de antiterrorismo após celebrar publicamente o assassinato da parlamentar trabalhista Jo Cox.

Thomas e Patatas foram condenados a seis anos e meio e cinco anos de prisão, respectivamente, e Bogunovic, a seis anos e quatro meses. Três outros homens que se declararam culpados anteriormente no mesmo caso também foram presos.

Conheça a seguir a história do Ação Nacional e a ameaça representada por seus membros.

Parecia ser uma casa normal.

A propriedade, em uma parte tranquila de Oxfordshire, no sudeste da Inglaterra, era ocupada por um casal que havia acabo de ter seu primeiro filho.

Os vizinhos os viam às vezes levando o bebê para passear em um carrinho. O homem, que costumava usar calça militar, trabalhava como segurança. A mulher – uma fotógrafa de casamentos nas horas vagas – trabalhava até recentemente em uma loja de roupas.

Mas, dentro de casa, Adam Thomas e sua parceira portuguesa, Claudia Patatas, criaram um mundo perturbador.

O quarto deles estava cheio de armas – facões, bestas, um machado sob a cama, um punhal de estilo nazista. No corredor, havia pendentes com um sol negro – um símbolo associado à SS, o braço paramilitar do partido nazista alemão – e a insígnia da Ku Klux Klan (KKK). Almofadas adornadas com suásticas decoravam a sala. Na cozinha, havia um cortador de massa em forma de suástica.

A geladeira estava adornada com um pôster do grupo neonazista Ação Nacional, banido pela legislação antiterrorismo britânica em dezembro de 2016, declarando que “a Grã-Bretanha é nossa – o resto deve ir embora”.

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