O ano de 2020 não foi como o planejado mas, certamente, não passou em branco. A pandemia do novo coronavírus transformou planos e metas, exigindo adaptabilidade de todos às novas perspectivas sociais e econômicas causadas pela doença. Com as mudanças repentinas, é comum ter a sensação de tempo perdido, potencializada com a chegada de outubro, pontapé para o último trimestre do ano. No entanto, esperar pela chegada da vacina e prender-se ao passado pode afetar o proveito dos dias que restam.

De acordo com a psicóloga e pós-graduanda em análise comportamental Jéssika Neris, ainda é possível riscar sonhos da listinha feita em janeiro. Se esse é seu objetivo, a melhor maneira é reconhecer que todas as pessoas foram impactadas pela Covid-19, de formas diferentes. Segundo ela, em um ano com mais de 149 mil vidas brasileiras perdidas, “ter sobrevivido a esse contexto já é um passo muito grande”.

 

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

 

“Não tem sido um ano fácil. Essa situação só nos faz perceber o quanto não estamos no controle da maioria das coisas. Lidar com a frustração de não ter cumprido com os objetivos que havíamos propostos lá no início do ano se tornou um exercício para mantermos a nossa saúde mental”, explica Jéssika.

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