A Polícia Penal do Paraná (PPPR) realizou um mutirão para coleta de material genético de pessoas privadas de liberdade (PPL), custodiadas na Penitenciária Industrial Marcelo Pinheiro – Unidade de Progressão (PIMP-UP), entre a última quarta (11) e sexta-feira (13).

A Polícia Penal realizou a coleta de material genético de pessoas privadas de liberdade em Cascavel
Ao todo, mais de 150 amostras foram coletadas durante a força-tarefa. (Foto: PPPR)

A ação tem como objetivo contribuir para a atualização Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG). Ao todo, foram coletadas mais de 150 amostras durante a força-tarefa que atendeu as normas vigentes e as determinações judiciais, relacionadas à obrigatoriedade fornecimento de material genético por pessoas condenadas pelos crimes previstos em lei.

A listagem das pessoas privadas de liberdade aptas à coleta foi elaborada conforme os critérios estabelecidos na legislação, assegurando que apenas os casos enquadrados nos requisitos normativos fossem submetidos ao procedimento. O procedimento é técnico, padronizado e indolor, feito por meio da coleta de células da mucosa oral com swab (material esponjoso), sem necessidade de coleta de sangue.

A ação ocorreu de forma integrada com a Polícia Científica do Paraná (PCIPR) e com a Polícia Civil do Paraná (PCPR), através do Instituto de Identificação.

O diretor operacional da Polícia Científica, Leonel Letnar Junior, ressalta que a medida auxilia na elucidação de crimes.

“A realização dessas coletas vai garantir que eventuais crimes cometidos e não apurados possam ser diretamente relacionados com vestígios, sejam esses coletados em locais de crimes ou até, eventualmente, em vítimas que sofreram violência sexual, por exemplo, e que, até então, estariam impunes. Graças a essas coletas, ao serem processados não só com o banco de perfis genéticos do Paraná, mas do Brasil inteiro, vamos conseguir encontrar correlações”.

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