(Foto: Reprodução BBC Brasil)

 

Em outubro de 2015, a paulistana Camilla Conde passava por um momento de extrema tensão. Seu empreendimento recém-aberto no bairro de Pinheiros, em São Paulo, havia ido à falência e o seu casamento, chegado ao fim. Com o estresse, a imunidade baixou e a empreendedora desenvolveu um quadro de herpes-zóster, uma doença que faz explodir bolhas na pele, causa uma dor aguda e pode deixar sequelas permanentes. “Eu estava sem dinheiro, com dívidas, desempregada e com uma criança de dois anos para cuidar”, relembra.

Os primeiros sintomas pareciam o de uma reação alérgica. “Percebi algumas bolinhas na região das costas e achei que fosse uma alergia. Mas elas começaram a aumentar e migrar para a região do peito. Aí começou a doer, e muito”, afirma.

Uma semana após os primeiros sintomas, Conde foi ao pronto-socorro, mas a médica que a atendeu desconhecia a doença e receitou uma pomada para herpes simples.

Embora tenham o mesmo nome, herpes e herpes-zóster são doenças totalmente distintas. A primeira é provocada pelo germe HSV-1, enquanto a segunda é resultado da ação do vírus da catapora.

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