Da Veja

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Passava das 11h30 de quinta-feira (13) quando Luís Cláudio de Souza Lima, de 51 anos, gerente de atendimento social de uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF), em Volta Redonda (RJ), levantou de sua mesa e se dirigiu ao saguão de autoatendimento da agência, na região central da cidade, onde José, um cliente deficiente físico – sem as duas pernas e com problemas também nos braços –, se arrastava esperando atendimento no banco.

Sem pensar duas vezes, Lima abaixou-se e sentou-se no chão da agência para poder conversar com o cliente “olhando nos olhos” e conseguir atendê-lo da melhor maneira possível. De acordo com Lima, José foi até o banco para fazer o cadastramento de uma senha do cartão cidadão – usado para receber benefícios sociais, entre eles o Bolsa Família.

“Para evitar que ele esperasse numa fila, eu levei até ele um equipamento portátil para o cadastramento da senha. Sentar no chão para lidar com ele foi uma reação automática, pois ele não tem como ficar em pé. A gente faz isso sempre que necessário, muitas vezes até com idosos que não aguentam esperar em pé”, contou o gerente, que trabalha na CEF há 16 anos.

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