O acesso à informação fez a educação dos filhos mudar? Ouça os especialistas


Da Redação

banda-b-radio-debate(Foto: Banda B)

Os tempos mudaram: as facilidades tecnológicas aumentaram, as informações são mais acessíveis, mas o horário dedicado ao lazer diminuiu. Tudo isso influencia no modo como as crianças são educadas e formadas, tanto pelos pais quanto pelas políticas públicas.

Parece que as coisas ficaram mais fáceis, mas não é bem assim. Diariamente, muitas crianças sofrem violência doméstica, seja por meio da agressão física ou verbal. Existem, ainda, situações em que os pais se omitem na preparação da criança para a vida em sociedade, gerando até mesmo casos de depressão e sequelas que permanecem mesmo depois que o pequeno cresce.

Com uma formação truculenta e também pelo ambiente social em que vivem, as crianças estão deixando a infância mais cedo. Por que tantos pais ainda praticam sérias agressões aos filhos? Afinal, a palmadinha educativa se faz necessária? O que dizer daquele dito popular “faltou cinta”? Qual é a melhor forma de educar uma criança? O que deve ser dosado? Proibir é atiçar ainda mais a curiosidade?

Para responder a todas essas questões, o radialista Geovane Barreiro recebe no Banda B Rádio Debate desta semana: Daniela Prestes, psicóloga do Hospital Pequeno Príncipe; Áurea Martins, advogada e integrante da Comissão da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); e Luciano Diniz, professor e coordenador da ONG Gente do Bem.

Ouça, na íntegra, o Banda B Rádio Debate:

Bloco 1:

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Bloco 2:

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Bloco 3:

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