Por Luiz Henrique de Oliveira
Amigos e familiares participaram, na manhã deste domingo (22), na Igreja dos Passarinhos, no bairro Bigorrilho, em Curitiba, da missa de Sétimo Dia da morte de Antônio Dionísio Filho, o Dionísio Filho ou simplesmente Djonga. Após a missa, companheiros dele na Rádio Banda B, onde o ex-jogador era comentarista e apresentador, prestaram uma última homenagem.
“Antônio Dionísio Filho, um príncipe negro pitando a pincel. Nosso querido Djonga, que deixou muitos exemplos bons para todos nós. Não falo isso apenas porque ele morreu, pois falava sempre quando era vivo”, disse, após a celebração, o radialista e diretor-geral da Banda B, o deputado estadual Luiz Carlos Martins.
O radialista também comentou a importância de Djonga em sua recuperação. “Devoto de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, o Djonga ofereceu muitas novenas para mim. Eu sai do fundo do poço da depressão e estou me recuperando bem. Dia 4 de março estou de volta aos microfones da Banda B”, concluiu Martins.
Também presente, o radialista Edmar Colpani, apresentador do Programa Tarde Total, falou sobre a amizade com Djonga, que trabalhava com o vereador na Câmara Municipal de Curitiba (CMC). “Uma das figuras carimbadas do Barigui e de tantos outros lugares. E agora? Cadê o Dionga? Até as capivaras e os jacarés estão tristes”, afirmou.
No fim, Colpani deixou um recado para todos os que acreditam na ressurreição. “Se acreditamos, então temos que viver sabendo que o nosso Djonga não simplesmente morreu. Viva o Nosso NEGRÃO”, finalizou.
Também estiveram na missa os três filhos de Djonga, a esposa, o diretor-executivo da Banda B, Michel Micheleto, e a jornalista da RPCTV, Dulcinéia Novaes.
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