O drama de uma criança de 12 anos grávida do segundo filho — novamente, a partir de um estupro — não foi resolvido até agora, apesar de autorização da Justiça para a interrupção da gestação. Vítima de crimes cometidos por pessoas próximas, a menina vive em um abrigo em Teresina, no Piauí, com o bebê, de 1 ano.

Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A história dessa criança piauiense vítima de seguidas violências sexuais foi contada no Metrópoles, em setembro deste ano, quando um exame detectou a segunda gravidez, e ela responsabilizou um parente pelo crime. Ela já tinha fica grávida, em janeiro de 2021, quando tinha 10. O abusador foi um primo, de 25.

Nessa primeira ocasião, a menina não teve autorização judicial para interromper a gravidez, apesar de ter corrido risco de morte devido à idade e de a lei brasileira permitir o aborto em caso de estupro.

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Mãe proíbe aborto de criança estuprada, mesmo liberado pela Justiça

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