Justiça nega quatro vezes aborto a mulher em gestação de risco
Foto: Getty Images

A cozinheira Lorisete dos Santos, 37 anos, moradora de Santo Ângelo (RS), enfrenta na Justiça uma batalha para interromper de forma legal uma gestação de risco. A mulher está grávida de quase oito meses de gêmeas siamesas, condição em que os bebês nascem ligados um ao outro, e que representa um risco à saúde dela e das crianças, segundo atestaram laudos médicos.

Ela entrou na Justiça para interromper a gravidez logo após receber o diagnóstico, mas teve o pedido negado quatro vezes; o mais recente, no Supremo Tribunal Federal (STF). O Tribunal de Justiça de Porto Alegre julgará, nesta quinta-feira (13), o último recurso do processo. O caso foi revelado pelo site UOL.

Segundo o defensor público do Rio Grande do Sul que atua na ação, Andrey Melo, a situação de Lorisete é equiparável a condições em que o aborto é permitido. “O caso dela é análogo ao de bebês anencéfalos”, defende. No entanto, a cozinheira precisa de autorização da Justiça para realizar o procedimento. O STF decidiu, em 2012, que a interrupção da gravidez em caso de anencefalia do feto não é crime.

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