O ATLÉTICO terminou em alta o brasileirão antes da Copa. Jogando nove partidas seguidas fora de casa o FURACÃO terminou apenas três pontos do G4 ou melhor,apenas três pontos do vice líder do campeonato. E olhe que detalhes não deixaram o FURACÃO nessa posição. O empate arranjado pela arbitragem contra os bambis no último minuto e o gol tomado também no último minuto contra a então lanterna Chapecoense impediram tal feito. Apenas esses dois resultados que já estavam nas mãos eram o suficiente pra deixar o Furacão na vice liderança.

Sem contar ainda como foram as únicas duas derrotas nessas nove partidas fora de casa, para os fortes Cruzeiro e Inter. As duas ganhávamos já no segundo tempo e contra o Cruzeiro uma expulsão duvidosa e um pênalti discutível ainda foram determinantes. Por falar em pênalti discutível como não falar daquele no jogo contra o Corinthians no Canindé? E o gol anulado contra os coxinhas em Maringá? Podem dizer que erros fazem parte do jogo, mas me digam que erro decisivo favoreceu o FURACÃO nesses nove jogos fora de casa? Terminamos com o terceiro melhor ataque, único time a marcar gols em todos os jogos, e quantos pênaltis tivemos a nosso favor? Então, digo isso apenas pra deixar ainda mais claro aos incrédulos de sempre que o FURACÃO me orgulhou muito até aqui nesse brasileiro. Um time repleto de piazada, que mesmo com problemas de relacionamento com o antigo treinador sempre me dava confiança no futuro quando eu via em campo. Me dava confiança porque sei do projeto, sei o que é o ATLÉTICO no dia a dia e como trabalha essa diretoria.

Um time cheio de crias nossa, fabricados em casa, no nosso CT. Em cada jogo dos vinte jogadores relacionados a metade é cria do próprio ATLÉTICO. No time titular tem jogado Cleberson, Leo Pereira, Deivid, Otávio, Marcos Guilherme, Ederson, Coutinho e ainda tem uma legião de fora como o craque Marcelo, o menino Nathan e outros ainda menos badalados. E tem mais,o time sub 20 acabou de levantar taça importante na Europa derrotando Bayer de Munique e o Valência na final, ou seja, o futuro continua promissor.

E tudo isso não é por acaso. É ideologia e padrão dessa diretoria. Muitos tem dificuldades de entender. Mas como ser competitivo com os grandes se não se arrecada financeiramente igual? Então, a ideia sempre foi de ser um clube formador e com isso vendedor. Clubes que arrecadam muito mais pelo tamanho de suas torcidas e pela mídia muito maior são compradores. O ATLÉTICO é fábrica. E essa não é uma ideologia apenas pra ganhar dinheiro apenas,é sim pra ter um time competitivo. E como fábrica que a cada ano produz nova “fornada” é preciso esvaziar prateleira. Por isso o ciclo sempre exige que alguns saiam pra que os novos apareçam. Se Paulo Baier estivesse aí, Marcos Guilherme não jogaria, só um exemplo.

É claro que a cada mudança no ciclo as dificuldades acontecem, até encaixar, até os resultados acontecerem e por isso o inicio de cada temporada é difícil. Mas essa é a ideologia pra ser competitivo e de mim sempre teve e terá total apoio.

A hora que nossa torcida em sua maioria absoluta entender isso, entender que o ATLÉTICO está no caminho certo ninguém mais nos segurará e aquele prometido título mundial um dia vai chegar.

SAUDAÇÕES RUBRO-NEGRAS

O ATLÉTICO NOS UNE E UNIÃO NOS FORTALECE!