Léo Itaperuna não marcou nenhum gol em sua passagem por Goiânia (Divulgação/Vila Nova)

O Vila Nova anunciou, na última quarta-feira (28), a demissão do executivo Felipe Albuquerque, chegou a ser especulado no Coritiba antes da chegada de Rodrigo Pastana para assumir o departamento de futebol. O fato curioso é que o motivo que acabou sendo o estopim para a demissão foi a renovação do contrato do atacante Léo Itaperuna, ex-Paraná, que disputou 10 jogos e não marcou nenhum gol sequer pela equipe.

O dirigente chegou a um acordo por um novo vínculo com o jogador, contestado pela torcida e pela diretoria, e não comunicou o presidente Ecival Martins da decisão. “Não vou negar que esse foi o impasse que gerou a situação, mas não foi o mais importante. Aconteceram algumas situações que ele, com suas convicções, achava que tinha de seguir algumas coisas e eu não concordava. Podemos dizer que essa foi a situação que culminou na saída. Para manter a harmonia no clube, achamos melhor colocar um fim na relação profissional entre o Felipe e o Vila Nova”, afirmou em entrevista à Rádio Sagres 730.

Além de Felipe Albuquerque, o clube também demitiu Éder Delarice (gerente de futebol) e Giuliano Bittencourt (coordenador). Já o acordo de renovação com o atacante Léo Itaperuna foi desfeito e o jogador não fará parte dos planos da diretoria para 2019.

“Não está com contrato renovado. Temos um respeito muito grande pelo atleta, mas não temos interesse. Eu sou o presidente, sempre fui muito democrático, mas tenho minhas convicções e elas precisam prevalecer em determinados momentos”, finalizou o presidente.

Itaperuna disputou o primeiro semestre da temporada com a camisa do Paraná, no qual também deixou bastante criticado pela torcida. Ao todo, o atacante disputou 11 jogos e também não marcou nenhum gol em sua curta passagem pela Vila Capanema.