Pelo segundo jogo consecutivo, a arbitragem é alvo de críticas por conta de atletas do Paraná. Foto: Geraldo Bubniak/AGB

O Paraná Clube vem reclamando muito da arbitragem neste começo de Série B do Campeonato Brasileiro. Depois de ser prejudicado diante do Vitória, em Salvador, no final de semana, o zagueiro Fabrício voltou a disparar contra o apito, desta vez comandado pelo árbitro catarinense Diego da Costa Cidral, na vitória do Tricolor por 2×1 diante da Ponte Preta, na noite desta terça-feira (01), na Vila Capanema. Segundo o capitão paranista, o juiz acabou não adotando os mesmos critérios para as duas equipes durante os 90 minutos de jogo.

“Com todo respeito a Ponte Preta, que tem um grande time e fez um grande jogo aqui, mas o goleiro deles enrolou o jogo todo. A gente foi lá e começou a pressionar e ele (árbitro) me ameaçou o tempo todo porque eu estava pendurado, que ia dar cartão. O goleiro deles, em qualquer tiro de meta, demorava muito tempo e, no primeiro nosso (após o segundo gol), ele já foi pressionar o Alisson. Por que não é igual? Isso atrapalha”, disparou o camisa 4 do Tricolor, em entrevista ao Sportv.

Fabrício tomou cartão amarelo aos 40 minutos do segundo tempo por reclamação e vai desfalcar o Paraná Clube na sexta-feira, diante do Figueirense, fora de casa. O capitão do Tricolor lembrou que é o segundo jogo seguido que o time paranista vem sofrendo com arbitragem.

“Contra o Vitória foi a mesma coisa. Teve um pênalti claro do Fernando Neto e ele não deu. Aí em um lance duvidoso do Thales na área ele deu a penalidade. Isso atrapalha a gente, desestimula. A gente trabalha para caramba, isso é covardia”, finalizou Fabrício.

Depois do duelo contra o Vitória, em Salvador, no último sábado, o presidente Leonardo Oliveira, em entrevista à Banda B, garantiu que o Paraná Clube iria fazer uma reclamação formal na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O time paranista é o vice-líder da Série B do Campeonato Brasileiro com 14 pontos conquistados em sete partidas.