Zagueiro Fabrício é um dos poucos titulares do Paraná com contrato para 2020. (Rui Santos/Paraná Clube)

A derrota para o CSA no último sábado (10), por 4 a 0, evidenciou um problema que tem se tornado crônico na defesa paranista: a ausência de Fabrício e a importância do jogador para orientar a zaga. Em entrevista após a partida, o técnico Allan Aal pontuou os aspectos que demonstram uma fragilidade da dupla de zagueiros, quando o camisa 4 não está.  “O Fabrício faz falta pelo fato de cobrar os atletas dentro de campo, dar uma chacoalhada, para não se acomodarem na partida”, ressaltou o treinador tricolor.

O zagueiro artilheiro tricolor vem sendo uma das peças mais importantes do elenco, com 23 jogos e quatro gols, o defensor é o líder ideal da equipe nos momentos mais inoportunos. Com perfil de liderança, esta é a segunda passagem dele pelo Paraná, a primeira foi em 2008, quando fez 17 jogos e 2 gols pela equipe paranista.

Na última entrevista do jogador ao canal do Paraná Clube, ele destacou o sentimento de estar com a braçadeira de capitão e como tem se tornado referência dentro de campo.

 “Acho que o líder, principalmente, tem que saber escutar todo mundo, tanto o que aflige quanto o que agrada, para poder ter uma posição e se impor em cima disso”, explicou Fabrício.

O camisa 4 está fora da escalação de Allan Aal desde o dia 29 de setembro, quando não entrou para a partida com a Chapecoense. O zagueiro teve dores no joelho e o departamento médico do clube iniciou um tratamento para recondicionar o atleta. Nos bastidores, o técnico paranista afirma que Fabrício pode estar de volta para o jogo com o Sampaio Correia, no próximo domingo (18), às 20h30 na Vila Capanema.