Durante a paralisação do futebol brasileiro devido à pandemia do novo coronavírus, a Banda B realiza diversas enquetes sobre Athletico, Coritiba e Paraná. No programa Balanço Esportivo, os integrantes da equipe de esportes escolheram as cinco piores contratações da história do Paraná.

Hadson – meia

Hadson passou pelo Paraná em 2003. (Reprodução)

Hadson Nery, hoje com 38 anos, voltou aos holofotes ao participar da última edição do Big Brother Brasil. O que pouca gente lembrava é que o então meia teve uma curta passagem pelo Paraná em 2003. Ele jogou apenas 15 minutos e ganhou R$ 1,5 milhão do Tricolor em processo trabalhista por quebra de contrato.

Zé Carlos – atacante

Zé Carlos jogou apenas quatro jogos pelo Paraná. (Felipe Dalke/Banda B)

Zé Carlos chegou ao Paraná no começo de 2018 para ser o camisa 9 na disputa da Série A do Campeonato Brasileiro. Em sua estreia, o atacante perdeu um pênalti no clássico contra o Athletico. Ele jogou apenas 334 minutos com a camisa paranista e não marcou gol.

Kerlon – meia

Kerlon. (Geraldo Bubniak/AGB)

Principal contratação para 2011, Kerlon ficou apenas seis meses no Paraná. O meia, conhecido pelo ‘drible da foca’, jogou apenas quatro partidas no Tricolor, mas nenhuma vez durante os 90 minutos. Ele sofreu com diversas lesões durante a carreira e não se recuperou fisicamente em sua passagem pela Vila Capanema.

Robert – atacante

Robert. (Geraldo Bubniak/AGB)

Depois de boas passagens por Vitória e Sampaio Corrêa, Robert foi contratado para ser o homem gol do Paraná na Série B do Campeonato Brasileiro de 2016. Na apresentação, o atacante prometeu marcar 20 gols, mas não balançou as redes pelo Tricolor.

Taianan – meia

Taianan. (Geraldo Bubniak/AGB)

Taianan estava no elenco do Paraná que foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Paranaense em 2011. Apesar de ter jogado apenas duas partidas com a camisa paranista, o meia ficou marcado como um dos símbolos da queda no estadual.

Confira os votos

LUIZ FERRAZ – REPÓRTER

– Zé Carlos, atacante – Passagem desastrosa em 2018 e até perdeu um pênalti contra o sub-23 do Athletico.

– Carlos, atacante – Simbolizando o excesso de erros de toda a diretoria na disputa da Série A. Carlos chegou com cartaz muito grande.

– Kerlon, meia – Veio também com muito cartaz, mas acabou não tendo uma sequência de jogos.

– Hadson, meia – Fez um ou dois jogos do Paraná e tirou milhões em uma ação trabalhista.

– Dick, lateral – Pior lateral da história do Paraná. Ele me marcou porque era fraco tecnicamente e tinha dificuldade para dominar a bola.

MONIQUE VILELA – REPÓRTER

– Zé Carlos, atacante: Foi um desastre no ataque do Paraná.

– Robert, atacante: Ele fez vários gols no Vitória, mas só passou pelo Paraná.

– Kerlon, meia: Paraná tentou reerguer o jogador, mas não deu muito certo.

– Rodrigo Tosi, atacante: Na ocasião, ele jogava Fut7 no Santa Mônica.

– Dick, lateral: Não tem como deixar de votar nele.

FELIPE DALKE – REPÓRTER

– Kerlon, meia: Não precisa nem falar muita coisa. Ele participou do time rebaixado do paranaense.

– Robert, atacante: Veio com muito cartaz por ter feito duas temporadas boas e não fez praticamente nada no Paraná

– Zé Carlos, atacante: Chegou para ser o camisa 9 no ano da Série A, não fez gol e ainda errou um pênalti na única boa oportunidade que teve contra o Athletico.

– Pimentinha, atacante: Também veio com uma expectativa grande, mas não conseguiu jogar absolutamente nada e ainda foi um dos pivôs de todas as crises do ano passado.

– Matheus Pereira, meia: Era jogador da Juventus, tinha feito uma Copinha muito boa há alguns anos. Ele não jogou absolutamente nada no Paraná. Dava para ver que tinha futuro, mas não conseguiu fazer nada.

BRUNO ABDALA – REPÓRTER

Canindé, meia: Ele foi contratado com uma expectativa muito grande por ter sido campeão pelo Paulista de Jundiaí.

Zé Carlos, atacante: Um dos jogadores que mais decepcionou no Paraná.

Léo Itaperuna, atacante: Esperava muito desse atleta, mas não foi bem no Paraná.

Nilson, atacante: É um dos piores centroavantes da história do Paraná.

Hadson, meia: Um dos piores jogadores da história do Paraná.

PEDRO MELO – REPÓRTER

– Hadson, meia: Quase ninguém lembrava da passagem dele no Paraná em 2003 até entrar no Big Brother Brasil neste ano. Foram apenas 15 minutos em campo e ganhou R$ 1,5 milhão na Justiça do Trabalho por quebra contratual.

– Rodrigo Tosi, atacante: Foi contratado pelo Paraná em 2015 após ser artilheiro em Brunei. Após seis jogos e apenas um gol, ele foi liberado pela diretoria para procurar outro clube. Hoje em dia joga novamente no futebol de Brunei.

– Yohei, lateral-esquerdo: Com passagens por Serrano, Paranavaí e Pato Branco, o lateral japonês foi a aposta do Paraná no começo de 2010. Yohei disputou apenas duas partidas com a camisa paranista.

– Ruben Bentancourt, atacante: Sósia de Cavani, atacante do PSG e da seleção do Uruguai. As semelhanças só eram físicas mesmo. Foram apenas quatro partidas e a última ainda acabou mais cedo para ele com uma expulsão diante do Rio Branco, no Campeonato Paranaense.

– Taianan, meia: Apenas duas partidas no trágico time do Paraná que caiu para a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Não deixou nenhuma saudade.

GREYSON ASSUNÇÃO – COORDENADOR DE ESPORTES

– Leandro Bocão, atacante 

– Carlinhos, zagueiro

– Kerlon, meia

– Hadson, meia

– Taianan, atacante