O Paraná Clube apresentou, na tarde desta quarta-feira (7), o treinador Tcheco como o comandante para voltar à elite do futebol paranaense. Diante do novo desafio, em entrevista coletiva realizada na Vila Capanema, o técnico relembrou a passagem que teve no ano passado e também o que levou ele a retornar ao Tricolor.
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Após conquistar o acesso à primeira divisão do Paranaense em 2024, Tcheco assumiu o clube nas últimas duas rodadas do Estadual em 2025 e, após o rebaixamento, disse que o Paraná não havia aprendido com os erros. Agora, novamente no comando da equipe, o treinador explicou o desabafo e a importância da chegada da SAF.
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“Quando eu fiz aquele desabafo, a minha preocupação era tão grande porque a gente não imaginava que poderia vir uma SAF. Acho que se não viesse, o clube provavelmente ia passar por maus lençóis (…) Hoje eu consigo vislumbrar um horizonte melhor… estamos em bons caminhos, com bons profissionais. A sintonia e a conexão com o Rodrigo são importantes”, explicou o treinador em entrevista coletiva.
O que motivou Tcheco a voltar para o Paraná Clube?
Ex-jogador e agora, mais uma vez, técnico do Tricolor, Tcheco ressalta que a identificação com o clube, mas acima de tudo, a segurança que a SAF passa. Para ele, após um ano, o Paraná está mais organizado e com possibilidade de se reestruturar.
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“O que me fez aceitar é justamente essa identificação que eu tenho com o clube. Eu devo muito ao clube, sempre vou ressaltar isso (…) Uma das coisas que também me convenceu de estar aqui é a organização. Acho que era isso que o clube precisava. Isso nos dá um pouquinho de tranquilidade para mover esse projeto”, revelou.
“Essa organização que a SAF tá demonstrando para todos nós… isso dá muita segurança para nós. Quando a gente fala sobre organização por ser empresa, isso demonstra que já tem essa diferença em relação aos anos anteriores“, concluiu Tcheco.
