Taça de Ouro 30 anos: Coritiba conquista mais uma vitória fora de casa


Por Rodrigo Dornelles

Coritiba venceu o Cruzeiro em pleno Mineirão. (Acervo Grupo Helênicos/Revista Placar)Coritiba venceu o Cruzeiro em pleno Mineirão. (Acervo Grupo Helênicos/Revista Placar)

O ano de 2015 é especial para o torcedor do Coritiba. A maior conquista da história do clube, o Campeonato Brasileiro de 1985, completa 30 anos. O título da Taça de Ouro é o maior orgulho coxa-branca e a Banda B irá resgatar a campanha histórica do Alviverde, revivendo um pouco de cada partida da equipe naquele torneio. Agradecemos ao Grupo Helênicos pela colaboração com imagens que nos ajudam a ilustrar essa história.

Começando o 2º turno da primeira fase com o pé-direito, o Coritiba aproveitou o embalo após vencer o São Paulo, no Morumbi, e foi até Belo Horizonte desafiar o Cruzeiro. E o resultado não poderia ser melhor, mais uma vitória longe de casa e um ótimo início de turno para o time curitibano.

Jogo anterior: Coritiba estreia no 2º turno com vitória sobre São Paulo

Jogo seguinte: Embalado, Coritiba tropeça diante do Bahia

Mesmo atuando desfalcado, o Alviverde foi valente no Mineirão e conquistou uma importante vitória sobre a Raposa, de virada. Em um segundo tempo eletrizante, o time paranaense conseguiu ser superior ao adversário e garantir o resultado positivo longe do Alto da Glória.

A equipe cruzeirense, comandada por Tostão, saiu na frente logo aos 12 minutos com Carlinhos, após boa troca de passes e uma falha do goleiro Gerson. Logo na volta do intervalo, o Coritiba empatou com Paulinho, aproveitando belo passe de Ademir. Mas o Cruzeiro voltou à frente com Dedé de Dora.

Precisando da vitória, o Coxa foi pra cima e Paulinho lançou o artilheiro Índio na área aos 36 minutos, ele pego de primeira e mandou cruzado, sem chances para o goleiro Ademir Maria. Aos 41, Índio tabelou com Tobi e tocou na saída do goleiro para virar e garantir a vitória alviverde em Minas.

No próximo dia 17, relembraremos a partida entre Coritiba e Bahia, no Couto Pereira.

Sair da versão mobile