Pachequinho. (Divulgação/Coritiba)

O técnico Pachequinho terá a missão de comandar o Coritiba nas últimas duas partidas do ano contra Botafogo e Atlético-MG. Para o primeiro desafio no confronto direto, o treinador terá a oportunidade de escalar o time considerado ideal. O único desfalque é o atacante Cerutti, que vinha ficando no banco de reservas.

“Eu fiquei muito contente em ter todos à disposição e isso me dá possibilidade de construir uma equipe da maneira que entendo que seja a melhor e daquilo que entendo que queremos para o jogo. Temos que fazer uma equipe forte e competitiva e tenho que ter jogadores que entendam o momento do Coritiba no campeonato. Não podemos ter nenhuma bola perdida, e o jogo será intenso e teremos que lutar do início ao fim. Independente da equipe que estará dentro de campo, vai competir até o final”, afirmou Pachequinho.

Missão de tirar o Coritiba da zona de rebaixamento

Essa é a segunda vez que o ídolo coxa-branca tem a missão de tirar o Coritiba da zona de rebaixamento. Em 2015, após a demissão de Ney Franco, ele atingiu o objetivo com três vitórias em cinco jogos. De acordo com o técnico, a união dos jogadores é fundamental para sair da zona de rebaixamento. “Eu já tive oportunidade de assumir interinamente em momentos complicados e me doar em todos os aspectos para que o Coritiba alcançasse o seu objetivo que era sair da situação incômoda de rebaixamento. Esse momento a gente tem essa condição e vou me esforçar ao máximo para que o Coritiba consiga os resultados e os jogadores tenham tranquilidade para trabalhar”, disse.

“Vejo que cada jogo agora é o mais importante da nossa vida e cada jogo tem uma peculiaridade de situação, vontade e dedicação intensa. Nas outras vezes, os jogadores se uniram, e conseguimos escapar. O campeonato tem várias rodadas, mas o mais importante é esse jogo. É uma decisão e tem que dar o máximo quando joga neste contexto”, acrescentou Pachequinho.