No último domingo (15), quem passou pelos arredores do Alto da Glória viu que o Couto Pereira estava diferente. O tradicional verde do Coritiba deu lugar ao azul. E o motivo é por uma causa nobre. O dia 15 de fevereiro é a data do Dia Internacional da Síndrome de Angelman, uma condição genética rara, que afeta o sistema nervoso central.
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Para ajudar na conscientização da causa, o Coxa entrou no movimento mundial Light it Blue (Ilumine de azul), iniciativa que convida monumentos, prédios e estádios a se iluminarem para dar visibilidade e conscientizar a população.
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No entanto, o manifesto não acabou por aí. No próximo sábado (21), quando o Alviverde recebe o Operário pelo jogo de volta da semifinal do Paranaense, os jogadores entrarão em campo com uma faixa sobre o Dia Internacional da Síndrome de Angelman.
O que é a Síndromes de Angelman?
A Síndrome de Angelman é uma condição genética rara causada por uma alteração no gene UBE3A, localizado no cromossomo 15 herdado da mãe. Essa alteração afeta principalmente o sistema nervoso central.
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Entre as principais características estão o atraso no desenvolvimento, pouca ou nenhuma fala, dificuldades motoras e de equilíbrio, epilepsia, deficiência intelectual e comportamento alegre e sociável.
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A síndrome afeta cerca de uma a cada 15 mil pessoas no mundo. Estima-se que existam aproximadamente 13 mil casos no Brasil.
Ao iluminar o Couto Pereira e levar a mensagem ao campo durante a semifinal do Paranaense, o Coritiba reforça que o futebol também é espaço de conscientização, união e respeito. Porque quando o estádio se ilumina, a informação também ganha força. Mais informações em: www.angelmanbrasil.org.br.

