O zagueiro Cleiton entrou no final do segundo tempo para segurar o resultado de 2 x 1 para o Coritiba, num momento em que o Santo André era melhor e buscava o empate a todo custo. Mas a entrada dele foi melhor que o esperado: Cleiton marcou o terceiro gol alviverde, que selou a vitória da equipe, no Bruno José Daniel. “A bola parada é algo que a gente treina muito forte, os zagueiros costumam ir para a área. E graças a Deus fiz aquele gol que nos deu tranquilidade”, disse.
Para o zagueiro, sua entrada no jogo se deu num momento bastante delicado, logo após o primeiro gol do Ramalhão e a expulsão de Triguinho: “Quando tá 2 a 0 e você leva um gol, fica difícil. E bem no momento o Triguinho acabou expulso, então a minha responsabilidade de entrar ali atrás na defesa era muito grande, um erro podia ser fatal. E o motivo da minha entrada foi esse, fechar ali atrás.”
Cleiton disputou o Campeonato Paulista emprestado ao Botafogo de Ribeirão Preto, e voltou há algumas semanas a fazer parte do elenco coritibano. A partida de hoje marcou seu retorno ao time alviverde. “Eu acabei o ano passado sem estar jogando, e aí apareceu essa proposta do Botafogo para jogar o Campeonato Paulista, que é muito forte. À princípio, a intenção da diretoria era que eu ficasse no grupo, mas aí vimos a oportunidade de uma boa vitrine e de disputar jogos fortes para depois voltar e ajudar o Coritiba na Série B”, explicou o zagueiro.
Sabendo que provavelmente não será titular do Verdão, Cleiton acredita que é importante ter um grupo forte na Série B, com jogadores que possam entrar e serem decisivos. “A gente sabe que precisa de um grupo forte para um campeonato de 38 jogos. Não são só onze titulares, e em todo jogo você pode entrar e decidir um título, um acesso, uma vitória. Então a gente precisa de quatro, cinco jogadores em cada posição que tenham condições de serem titulares”, finalizou.