Na derrota para o Bragantino por 1×0, na quarta-feira (28), pela estreia do Brasileirão, algumas falhas de jogadores do Coritiba foram fundamentais para que o time não conseguisse ao menos um empate. Mesmo assim, após a partida, o técnico Fernando Seabra se recusou a avaliar o desempenho individualmente, o que, segundo ele, seria uma “casca de banana”.
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“É muito fácil essa cultura de querer achar herói ou vilão e querer sacrificar. Eu acho que é um contexto todo, não vejo justiça em isolar. É uma questão perigosa, busca uma rotulação e pode gerar uma injustiça”, argumentou o treinador na entrevista coletiva após a partida.
Seabra ainda lembrou que “ninguém vai acertar o tempo inteiro, faz parte do futebol” e que para ele não seria justo “julgar, rotular ou pichar” um atleta individualmente.
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“Tivemos uma hombridade, uma capacidade para defender muito boa [com um jogador a menos]. Eu vou defender meus jogadores, essa é uma casca de banana que não vou pisar”, garantiu o treinador.
Três jogadores do Coritiba mostraram dificuldades
Entre os atletas do Coxa que tiveram problemas na derrota para o Bragantino estão o goleiro Pedro Morisco, o meia Josué e o zagueiro Maicon. O primeiro acabou dando o passe “na fogueira” que acabou gerando a expulsão do meia. No entanto, Morisco conseguiu se redimir durante a partida com nove defesas e sendo um dos melhores em campo.
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“O Morisco foi muito bem no jogo, o Red Bull teve muitas chances, tava no pacote do jogo com um jogador a menos, mas temos o goleiro para isso. Valoriza ainda mais o jogo que ele fez, por estar envolvido na situação [do lance que acabou em expulsão], mas mostrou ser mentalmente forte para superar durante a partida”, argumentou Seabra.
Já o meia Josué, apesar do passe, poderia ter tomado uma outra decisão que não fosse a falta, o que prejudicou todo o time para o restante da partida. Por fim, o zagueiro Maicon, mesmo com 1,91 metro de altura, não conseguiu evitar que o lateral Juninho Capixaba, com 1,76 m. subisse mais alto e fizesse de cabeça o gol do jogo.
“Tem o mérito do adversário. É muito raro ver um ponta fazer um salto em cima do zagueiro. É muito raso só ver o que a gente errou, do outro lado também tinha um time qualificado”, argumentou o treinador coxa-branca.
