Árbitro de vídeo só foi usado na Copa do Brasil. (Leandro Lopes/CBF)

O erros da arbitragem contra o Internacional geraram questionamentos que o Atlético é contra a utilização do árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro. O Furacão não votou a favor do VAR, mas o motivo foi que não queria arcar com os custos.

Para o diretor de futebol do Rubro-Negro, Rui Costa, a CBF teria que pagar pelo VAR e ainda influencia nos resultados ao escalar árbitros despreparados. “O Atlético não é contra o VAR, o que não tolera é esta injustiça. O árbitro não tem competência, coragem para se posicionar. Quem escolhe árbitros incapazes e inaptos é a CBF. Então, não adianta eu berrar”, comentou.

Já o técnico Tiago Nunes manteve o mesmo discurso do dirigente. “O Atlético não votou contra o VAR. Votou contra os clubes pagarem o VAR. Quem tem que pagar a conta do VAR é a CBF, e não os clubes. Esse foi o voto do Atlético. O Atlético é à favor do VAR. Ele é contra os clubes pagarem porque é uma conta muito cara”, declarou.

A CBF queria que os clubes arcassem com todas as despesas para a utilização do VAR para corrigir os erros da arbitragem. O custo estimado para todos os jogos da Série A era de aproximadamente R$ 20 milhões.