Athletico joga após seis meses pela Libertadores. (Geraldo Bubniak/AGB)

O Athletico retorna a disputa da Libertadores após seis meses contra o Jorge Wilstermann, nesta terça-feira (15), às 19h15, em Cochabamba, na Bolívia. A última partida foi em 11 de março, quando o Furacão foi até o Chile e perdeu para o Colo-Colo por 1 a 0.

Depois de seis meses desde o jogo em Santiago, muita coisa mudou no Athletico. O técnico antes da paralisação da Libertadores era Dorival Júnior, que foi demitido no final de agosto após quatro derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro. Desde então, Eduardo Barros assumiu o comando interinamente e venceu apenas o clássico contra o Coritiba por 1 a 0, no último sábado (12).

Em relação ao time que esteve em campo no Chile, o lateral Adriano, o zagueiro Robson Bambu e o meia Marquinhos Gabriel já deixaram o clube. O meia Léo Cittadini e o atacante Nikão, ambos com entorse no tornozelo esquerdo, foram vetados pelo departamento médico, enquanto o zagueiro Thiago Heleno também desfalca a equipe por uma pré-disposição genética sanguínea. Já o goleiro Jandrei está suspenso após ter sido expulso no último lance contra o Colo-Colo.

O time que entrou em campo na última partida da Libertadores foi Jandrei; Adriano, Robson Bambu, Thiago Heleno e Márcio Azevedo; Wellington, Erick e Léo Cittadini; Nikão, Guilherme Bissoli e Carlos Eduardo. Vitinho, Marquinhos Gabriel e Jajá entraram no segundo tempo.

Novidades

Por outro lado, o Athletico tem diversas novidades no elenco. No período sem jogos da Libertadores, o Furacão contratou dez jogadores: os zagueiros Felipe Aguilar, Pedro Henrique e Edu, os volantes Jaime Alvarado e Richard, os meias Ravanelli e Jorginho, e os atacantes Fabinho, Walter e Geuvânio. Destes, apenas Edu não foi inscrito.

Além dos reforços, os goleiros Anderson e Caio, o volante Kawan e o meia Bruno Leite também foram inscritos. O Rubro-Negro ainda pode ter mais novidades na lista após a Conmebol autorizar que os clubes tenham 50 jogadores disponíveis para a Libertadores.

Desempenho antes e depois da paralisação

Nos primeiros meses do ano, o Athletico praticamente não entrou em campo e focou a sua preparação para a disputa das partidas da Supercopa e da Libertadores. Em fevereiro, o Furacão perdeu para o Flamengo por 3 a 0, em Brasília, e em março, venceu o Peñarol por 1 a 0 e perdeu para o Colo-Colo pelo mesmo placar.

Quatro meses depois, o time principal do Athletico voltou para a disputa do Campeonato Paranaense e conquistou o título diante do rival Coritiba com vitórias por 1 a 0 e 2 a 1. O início do Brasileirão também foi positivo com os triunfos diante de Fortaleza e Goiás. Porém, o clube viveu uma série de quatro derrotas consecutivas para Santos, Palmeiras, Fluminense e São Paulo, e demitiu o técnico Dorival Júnior.

Eduardo Barros, que comandou a equipe de aspirantes em parte do Campeonato Paranaense, assumiu interinamente, mas os resultados também não foram os esperados: vitória apenas no clássico contra o Coritiba, empates com Botafogo e RB Bragantino e derrota para o Vasco.

Confira os inscritos do Athletico

1) Santos 
2) Jonathan 
3) Lucho González 
4) Thiago Heleno 
5) Wellington 
6) Márcio Azevedo 
7) Carlos Eduardo 
8) Fernando Canesin 
9) Guilherme Bissoli 
11) Nikão 
12) Jandrei 
13) Khellven 
15) Lucas Halter 
16) Abner
17) Christian 
18) Léo Cittadini 
19) Jajá 
20) Luan Patrick 
24) Bento 
25) Léo Gomes 
26) Erick 
27) José Ivaldo 
28) Vitinho 
29) Pedrinho 
30) Vinicius Mingotti
31) Anderson
32) Ravanelli
33) Felipe Aguilar
34) Pedro Henrique
35) Richard
36) Jaime Alvarado
37) Fabinho
38) Geuvânio
39) Walter
40) Bruno Leite