
Athletico e Flamengo duelam pelo maior título do continente neste sábado (29), às 17h em Guyaquil, no Equador. A grande final desta edição da Copa Libertadores da América marcará o terceiro confronto entre as equipes na história do torneio. Nos outros embates, uma vitória para cada lado, mas um gosto especial para o Furacão.
A única edição na qual os Rubro-Negros se enfrentaram até hoje aconteceu em 2017. Naquela ocasião, eles fizeram parte do Grupo D da competição.
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Na terceira rodada da fase de grupos, os times se enfrentaram no Maracanã, no dia 12 de abril. Comandados pelo técnico Zé Ricardo, os cariocas abriram 2 a 0 logo aos quinze minutos de jogo, com gols de Paolo Guerrero e Diego Ribas. No segundo tempo, Nikão descontou para o Athletico, do então treinador Paulo Autuori. Porém, o tento não evitou a vitória do Flamengo, pelo placar de 2 a 1.
No segundo duelo, duas semanas depois, o troco do Furacão. Em uma Arena da Baixada pulsando, os paranaenses abriram o placar no primeiro tempo com Thiago Heleno – único remanescente da equipe para a final de 2022. Na etapa final, Felipe Gedoz saiu do banco de reservas para marcar o segundo gol do Athletico, aos 44 minutos, para garantir a vitória. Willian Arão ainda descontou para os cariocas.
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A importância deste triunfo na Baixada se tornou ainda mais emblemático no dia 17 de abril. Isso porque, nessa data, o Furacão conquistou uma vitória histórica sobre a Universidad Católica, no Chile, pelo placar de 3 a 2, e garantiu a sua classificação na frente do Flamengo. Os paranaenses terminaram a fase de grupos com 10 pontos, um a mais do que os cariocas, que ficou pelo caminho.
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Naquela edição, o Athletico acabaria eliminado pelo Santos, na fase oitavas de final. No entanto, a campanha deu início a sequência de bons resultados do Rubro-Negro em competições continentais. No ano seguinte, a equipe conquistaria o seu primeiro título da Copa Sul-Americana.