Lembra dele? Ex-Athletico chegou a limpar bueiros e hoje é entregador em mercadão para sobreviver

Hoje com 41 anos, ex-atacante, que passou pelo Furacão em 2009, revelou as dificuldades após se aposentar

Esporte Banda B com RIC.com.br

Quem pensa que jogar em grandes clubes do futebol brasileiro significa ter uma vida de luxos e glamour pode estar enganado, e a história de vida do ex-jogador Jorge Preá, que passou pelo Athletico, é um bom exemplo.

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Em uma entrevista ao UOL, Preá revelou uma frustração quanto aos bastidores do mundo da bola, alegando que o dinheiro influencia mais do que o talento dos jogadores.

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“O futebol é muito sujo. Hoje, o que conta é dinheiro e não talento. Empresários influenciam na escalação, e muitos jogadores talentosos acabam ficando para trás”, comentou.

O ex-atacante passou por clubes como Palmeiras, Athletico e Bragantino, além de Operário, Cascavel e Arapongas, mas apesar disso, nunca alcançou os grandes salários que os jogadores que hoje atuam no futebol brasileiro costumam ter. Seu maior salário no futebol foi no último ano de Palmeiras, quando ganhava R$ 35 mil.

Dificuldades após aposentadoria

Depois da aposentadoria, Preá conseguiu um emprego na Prefeitura de São Paulo, como limpador de bueiros, após a indicação de um amigo. Hoje em dia, ele trabalha como entregador no Mercadão da Lapa, tradicional na capital paulista.

Eu trabalho em dois açougues, faço entrega de carro nas ruas de São Paulo, em restaurantes, bares, casas, prédios. Já estou aqui há cinco anos, muito feliz, graças a Deus”, conclui

Passagem pelo Athletico

No período em que atuou pelo Furacão, em 2009, o ex-jogador só jogou Paranaense e Copa do Brasil. Fez sete partidas, mas não marcou nenhum gol.

Jorge Preá fez apenas sete jogos pelo Furacão. Foto: Divulgação/Athletico
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