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Na zona do rebaixamento, em 19º lugar, com apenas sete pontos conquistados em nove partidas, e vindo de três derrotas consecutivas, o Atlético definitivamente não vive um bom momento no Campeonato Brasileiro. Amanhã, o Furacão tenta a reabilitação contra o Santos, na Arena da Baixada, a partir de 21h50.

Para este jogo, o técnico Paulo César Carpegiani tem vários desfalques, entre jogadores lesionados, suspensos ou aqueles que vieram do exterior e ainda não foram regularizados. “Nós temos ainda o Márcio Azevedo se recuperando, o Éder que está chegando agora ao grupo. Aí ainda temos o Chico fora, e outros jogadores que não podem entrar em campo, mas paciência. Temos que enfrentar agora esses problemas contra o Santos”, disse o treinador.

Além disso, Carpegiani falou sobre a situação de Guerrón e dos outros jogadores que podem ser inscritos na janela de transferências internacionais a partir de hoje: “Nós temos dificuldades. Temos o Guerrón, que ainda está providenciando suas papeladas. É o que está mais perto da gente fazer uma estreia, talvez contra o Fluminense, mas vai depender muito de como ele vai estar fisicamente. E eu quero lancá-lo urgentemente. Mas ainda não sei quando os outros jogadores vão poder entrar, vai depender da preparação deles”.

Sobre o Atlético ter a pior defesa entre os 20 clubes da Série A, o treinador admite que isso precisa ser corrigido urgentemente. “Nós temos que ter uma regularidade. Quando a gente projeta um time, sempre pensa em ter segurança lá atrás. Se você toma os gols é por desatenção ou qualidade do adversário. Mas nós precisamos sanar isso. Eu acho que uma sequência de jogos com a mesma equipe nós temos condições de combater isso”, explicou.

Perguntado sobre o esquema que vai armar para vencer o Santos de Neymar e Robinho, Carpegiani disse que isso tem que ser feito dentro de campo. “Não tem esquema nenhum. Nós temos que escalar uma equipe e jogar, porque nós precisamos da vitória. Eu acho que vai ser um bom jogo. O Santos é uma equipe extremamente técnica, nós respeitamos eles, mas temos a obrigação de vencer”, completou.