O Athletico voltou da miniexcursão com duas derrotas pelo Brasileirão. Na quarta-feira (1), contra o Bahia, e no domingo (5), diante do Atlético-MG, o Furacão sofreu com seu principal problema: o “cobertor curto”. É aquela velha e cansada história – o cobertor curto sempre deixa uma parte do corpo no frio. Se coloca na cabeça, desprotege os pés, e vice-versa. No caso rubro-negro, é a ausência de reservas de qualidade que obriga o time a ter que se virar com um grupo reduzido – e que sempre precisa jogar tudo que pode.

⚽Confira a tabela completa do Brasileirão e os jogos das próximas rodadas!

Diante do Bahia, a insistência de Odair Hellmann em manter o 3-5-2 provocou a entrada de Léo Pelé. E contra o Atlético-MG, um primeiro tempo ruim de um time perto do ideal do Athletico foi fatal para a segunda derrota seguida. Apesar de Arthur Dias, Esquivel e Luiz Gustavo seguirem em ótima fase, a má jornada de Mendoza e Viveros fez com que o Furacão fosse praticamente inofensivo. E aí, quando o treinador precisa apostar no banco de reservas, quem está lá é Leozinho. Veja o comentário!