(Foto: Wesley Santos/PressDigital/AGB)

O Athletico consolidou ainda mais o planejamento do clube de se firmar no cenário brasileiro, ao conquistar o segundo título nacional da sua história, nesta quarta-feira (18), sobre o Internacional, no Beira-Rio. Projeto iniciou em 1995, ganhou força com o título do Campeonato Brasileiro de 2001, e tem o sucesso confirmado nas duas temporadas recentes com três conquistas.

A história rubro-negra carrega muita ambição e inovação, e tem Mário Celso Petraglia como o seu pivô. Entre indas e vindas, gerência administrativa ou presidência do Conselho Deliberativo, o dirigente transformou não só os resultados, como também a estrutura do clube, hoje referência com o CT do Caju e na Arena da Baixada, que passou por duas reformas e foi palco de Copa do Mundo em 2014.

O segundo título nacional vinha sendo perseguido desde 2013, quando o Athletico bateu na trave na final da Copa do Brasil, contra o Flamengo. O time paranaense ficou com o vice-campeonato na ocasião, mas, desde então, disputou a Libertadores três vezes e conquistou dois títulos internacionais: Copa Sul-Americana, em 2018, e J.League Levain Cup/Conmebol Sul-Americana Championship, no Japão, neste ano.

Com a conquista da Copa do Brasil, o Furacão é o primeiro brasileiro confirmado na Taça Libertadores da América de 2020. Além disso, o clube arrematou um prêmio de R$ 52 milhões e tem a possibilidade de fazer ainda mais história: irá disputar a primeira Supercopa do Brasil, contra o campeão brasileiro deste ano.