Por Esporte Banda B
O atacante Lucas Piazon teve uma notícia que o deixou muito tranquilo, mas não teve nada a ver com sua carreira dentro dos gramados. Segundo informações do site 1130 news, a Promotoria de Toronto, no Canadá, arquivou o caso em que o brasileiro era acusado de abuso sexual contra uma menina de 21 anos quando esteve no país em julho do ano passado durante a disputa dos Jogos Pan-Americanos.
Três meses, a justiça canadense chegou a expedir um mandado de prisão contra o jogador. Em entrevista ao 1130 news, o advogado responsável pela defesa de Lucas Piazon, Brian Greenspan, chamou de “mal intencionado” o que a Promotoria fez desde quando divulgou a foto do jogador em entrevista coletiva. “O processo nunca deveria ter começado contra o Piazon porque eles sabiam desde a entrevista coletiva que a ação nunca chegaria a julgamento. Foi errado, mal intencionado, algo que nunca deveria ter acontecido”, afirmou.
Já a polícia canadense disse através de seu porta-voz Mark Pugash que precisava investigar o mais a fundo. Na época, ele e o goleiro Andrey teriam saído com uma menina no dia 25 de julho e teriam a levado para casa. Enquanto, o mandato de prisão do atacante era apenas para a província de Ontário e não poderia ser detido na Inglaterra, onde joga, o goleiro tem o mandato para todo o Canadá e ainda não teve o caso arquivado. Atualmente, ele joga na Cabofriense.
O caso dos dois atletas de futebol não foi o único envolvendo brasileiros durante o Pan-Americano. O goleiro da seleção brasileiro de polo aquático, Thyê Mattos Bezerra, teve foi acusado de um caso que teria acontecido no dia 16 de julho e na ocasião, a inspetora de crimes sexuais da polícia canadense, Joanna Beaven-Desjardins, o jogador foi até a casa da vítima, a atacou enquanto estava dormindo e depois, deixou o local.
