Taubaté era o líder da Superliga antes da paralisação. (Renato Antunes/Maxx Sports Brasil/CBV)
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e os clubes participantes da Superliga Masculina se reuniram por videoconferência nesta segunda-feira e definiram, após votação, pela proposta apresentada pela entidade desde o primeiro momento: o final da temporada 2019/2020 em virtude da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Votaram pelo fim da competição os seguintes clubes: Vôlei Renata-SP, SEM Taubaté Funvic-SP, Pacaembu/Ribeirão Preto-SP, Vôlei UM Itapetininga-SP, Ponta Grossa Vôlei-PR, Denk Academy Maringá Vôlei-PR e Sesc RJ, além da Comissão de Atletas, representada pelo presidente Raphael Oliveira.

Outros cinco clubes preferiram a continuidade da Superliga, mas não foram atendidos. São eles: Sada Cruzeiro-MG, Fiat/Minas-MG, América Vôlei-MG, Apan Blumenau-SC e Sesi-SP.

“O cenário no esporte brasileiro é preocupante neste momento de pandemia. Temos que continuar trabalhando juntos no sentido de continuidade da nossa modalidade. O melhor a ser feito agora é encerrar todas as atividades e cuidar da saúde dos nossos atletas e de todos os envolvidos na competição. Ficamos satisfeitos que a maioria tenha pensado desta forma”, disse Renato D´Avila, superintendente de competições de quadra da CBV

Sem a definição de um campeão, a Superliga Masculina é encerrada faltando uma rodada para o final da fase de classificação – ela deveria ter sido jogada em 14 de março. Na tabela de classificação, após 21 rodadas, o Taubaté era o líder, seguido de perto pelo Sada Cruzeiro.

A Superliga Feminina já havia sido encerrada após a reunião realizada no dia 20 de março, com os 12 clubes participantes, da mesma forma através de uma votação. Na ocasião, foram sete votos a favor e apenas dois contra – apenas Itambé/Minas-MG e Sesi Vôlei Bauru-SP pediam a permanência da competição.