CWB Vôlei segue apadrinhado por Giba e Gisele Miró e comandado por Clésio Prado. (Divulgação)

O CWB Vôlei, apadrinhado pelo campeão olímpico Giba e pela ex-tenista Gisele Miró, confirmou que disputará a próxima edição da Superliga B que acontecerá no primeiro semestre do ano que vem e valerá uma vaga na elite do voleibol brasileiro. Os treinamentos devem começar nas próximas semanas com a mesma base do elenco que ficou com o vice-campeonato da Taça Ouro, em agosto.

“Tivemos algumas baixas que jogaram a Taça Ouro, três meninas foram para a Europa, mas a base está mantida. Das 16 jogadoras, oito já estão contactadas. A apresentação ainda não está definida, mas é no máximo na primeira semana de dezembro. Queremos manter o plantel de 16 jogadoras e utilizando algumas da base de Curitiba e Paraná até para cumprir o regulamento de ter jogadoras mais novas. Queremos estar com o plantel fechado em dezembro porque em janeiro já começa a Superliga B”, declarou o técnico Clésio Prado, em entrevista à Banda B.

Dentre as jogadoras que permanecem no elenco está a experiente central Valeskinha, atualmente com 41 anos, que foi medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Já a levantadora Fernandinha, campeã em Londres 2012, não continua no projeto.

Um dos responsáveis pelo projeto, Giba mantém a empolgação e confia no sucesso do CWB Vôlei para “resgatar a chama” do voleibol em Curitiba. “A gente está muito empolgado em resgatar essa chama com time de vôlei em Curitiba e agora é manter esse sonho. Não podemos fazer um time para durar um ano ou dois e estamos lutando para que este time fique cada ano mais forte, principalmente envolvendo a cidade”, disse.

Projeto mais longo

Ao contrário da Taça Ouro, que teve apenas três equipes e jogos apenas em Santo André, a Superliga B terá a participação de oito times com jogos em Curitiba e também fora de casa. A competição deve iniciar no mês de janeiro com duração entre quatro e cinco meses.

“Nós estamos em busca de apoiadores e o retorno foi bacana. A participação na Taça Ouro foi fundamental para o resgaste do voleibol em Curitiba. A Superliga B tem oito equipes que estão confirmadas com jogos em Curitiba e fora de casa. É um campeonato mais extenso com quatro a cinco meses de projeto, em vez de tiro curto”, afirmou o comandante do CWB Vôlei.

Nos únicos jogos em que fez na capital paranaense, durante o estadual, a equipe curitibana jogou no Ginásio do Círculo Militar. O local não está descartado para ser a “casa” do CWB Vôlei, mas outros lugares também já procuraram o clube. “Essa definição sai em até uns 10 dias. Está em negociação com alguns locais que têm interesse em ser a base desse time e até mesmo o poder público. Estamos viabilizando primeiro com um patrocinador máster para definir o local. O Círculo Militar deu um retorno positivo, não está descartado, porém, temos outras opções que estamos estudando”, concluiu Prado.