A defesa de Igor Freitas, filho do ex-boxeador Acelino Popó Freitas e réu por tentativas de aliciamento de jogadores do Londrina para manipulação de resultados em apostas esportivas, se posicionou sobre o caso.
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O advogado José Igor Ogar afirma que a denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR) foi apresentada de forma precipitada e sem fatos que a justificassem. Além disso, alega que as acusações são levianas e “desprovidas de lastro fático e probatório consistente”.
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A defesa afirmou ainda que, ao longo do processo, irá esclarecer as alegações apresentadas na denúncia e comprovar a inocência do investigado. Ressaltou também que Igor Freitas está à disposição da Justiça para prestar os esclarecimentos necessários.
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Confira a nota completa
A defesa do senhor Igor Gutierrez Freitas vem a público manifestar-se a respeito das denúncias recentemente divulgadas no âmbito da denominada “Operação Derby”.
Desde já, a defesa rechaça de forma veemente as acusações apresentadas, por entendê-las levianas e desprovidas de lastro fático e probatório consistente. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público de maneira precipitada, sem a devida cautela e sem a necessária sustentação em fatos concretos que justifiquem a imputação formulada contra o senhor Igor.
Ressalta-se que as alegações constantes na denúncia serão oportunamente esclarecidas no curso regular do processo, momento em que se demonstrará a inocência do investigado. A defesa confia que a análise técnica e imparcial dos elementos constantes dos autos evidenciará as fragilidades do procedimento, o qual, desde já, se entende marcado por vícios que comprometem sua regularidade e legitimidade.
Reafirma-se, ainda, o compromisso do senhor Igor Gutierrez Freitas com o pleno esclarecimento dos fatos e com o respeito às instituições, bem como a confiança no devido processo legal e no Poder Judiciário para o restabelecimento da verdade.
Igor José Ogar
O que aconteceu?
Três empresários viraram réus a partir da Operação Derby, que apura supostas tentativas de aliciamento de jogadores do Londrina para manipulação de resultados em apostas esportivas.
As investigações começaram em setembro do ano passado, após o Gaeco receber informações repassadas pela Delegacia da Polícia Federal de Londrina. O relatório aponta abordagens a jogadores antes de uma partida contra o Maringá, válida pelo Campeonato Brasileiro da Série C de 2025.
De acordo com a apuração, os denunciados utilizavam redes sociais e aplicativos para oferecer vantagens financeiras a atletas em troca de ações específicas durante os jogos, como o recebimento proposital de cartões amarelos. A pelo menos um dos jogadores foi oferecida a quantia de R$ 15 mil.
