E começa o Brasileirão 2016. Não muito bem para os paranaenses. Dos quatro representantes do estado nas séries A e B somente o Coritiba venceu. Atlético, Paraná Clube e Londrina estrearam com derrota.
O Coxa venceu por 1×0 o Cruzeiro na noite fria de sábado (14), em um Couto Pereira quase vazio. E ficou barato para a Raposa. Não fosse o ótimo goleiro Fábio, que realizou verdadeiros milagres, o Verdão poderia – e merecia – ter goleado. Bom resultado para o Coritiba tentar retomar o bom momento perdido com as duas derrotas nas finais do Paranaense.

Já o Atlético perdeu, e perdeu feio para o Palmeiras. O primeiro tempo foi equilibrado, e somente em uma falha do zagueiro Thiago Heleno o Porco conseguiu abrir o marcador. Mas na segunda etapa a coisa desandou. Tomou o 2×0 com 20 segundos de jogo e ainda teve o lateral Léo expulso logo em seguida. Aí não teve jeito. Goleada para o Palmeiras. Agora pega o Galo, na Arena, para tentar se recuperar.
Na série B, Paraná e Londrina também foram superados. O Tricolor foi a Pelotas e encontrou dificuldades no primeiro tempo contra o Brasil. Após estar perdendo por 1×0, ainda teve Rafael Carioca expulso. Voltou para a segunda etapa melhor, e mesmo em dez criou boas chances para empatar. Até tomar o segundo gol, lá pelos 20 e poucos minutos de jogo. Aí o adversário segurou o jogo até o final. Tricolor jogou menos do que poderia.
O Londrina estreou em casa, contra o CRB, campeão alagoano. E perdeu por 1×0. Mesmo que em 2016 a equipe do Tubarão esteja enfraquecida em relação aos anos anteriores, imaginava-se uma melhor sorte. Com o equilíbrio da Série B, desperdiçar pontos em casa pode ser fatal.
Que venha a segunda rodada…

Emoção em Londres

O jogo era entre Chelsea e o já campeão Leicester, em Londres. Claudio Ranieri, treinador dos visitantes, e ex-treinador do Chelsea recebeu uma linda placa, antes da bola rolar, numa bela homenagem do time da casa pela conquista de seu antigo comandante. Nesse instante, o estádio inteiro (aliás, casa cheia), em pé, ovacionou Ranieri.
O que impressiona é o respeito e o carinho por um profissional que já passou pelo clube. No Brasil, quando muito, algumas torcidas gritam o nome de antigos técnicos, que tenham conquistado muitas coisas pelo clube. Mas uma consagração destas, por um título em outras bandas, creio que nunca veremos por aqui.

O novo sempre vem

Manhã de domingo. Fórmula 1 na telinha e eu me emocionando. Não… Ayrton Senna não reencarnou. Mas outro jovem surge com força no circo da F1. Max Verstapen, de 18 anos, se torna o mais jovem piloto a vencer na categoria. Em sua primeira corrida pela Red Bull, Verstapen encantou a todos e faturou a prova. Creio ter testemunhado o nascimento de uma nova lenda.