Foz Cataratas/Athletico. (Divulgação)

O Foz Cataratas/Athletico chega à última rodada da fase de classificação do Campeonato Brasileiro Feminino brigando para escapar da zona de rebaixamento. No domingo (04), às 14h, a equipe paranaense precisa vencer o Minas, concorrente direto, em Foz do Iguaçu, e ainda torcer por tropeço do Vitória-PE para a Ferroviária ou derrota da Ponte Preta para o Audax.

Mesmo com a situação complicada, o técnico do Foz Cataratas/Athletico, Gezi Damasceno, está confiante que a equipe vai permanecer na elite do Brasileirão. “A situação não é fácil, mas pelo que vejo ainda dependemos só de nós. Ganhando o jogo no domingo, a equipe permanece na Série A porque os outros adversários envolvidos têm jogos complicados fora de casa e terão dificuldades em conseguir o resultado positivo. Se fizer o papel em casa, acredito que a gente estará fora da zona de rebaixamento”, comentou.

De acordo com o treinador, o Foz Cataratas sofre com a redução de verba após o fim do patrocínio de Itaipu. “É a pior campanha que fizemos. Ficamos com dificuldades para poder manter a equipe pela questão financeira. Itaipu não renovou contrato e ficamos simplesmente com que o Athletico nos ajuda, o qual é insuficiente para ter uma equipe de alto rendimento. Temos uma equipe de boa qualidade, mas, infelizmente, está tendo muito azar. O Foz Cataratas/Athletico não merecia estar nessa situação”, disse.

O time de Foz do Iguaçu é um dos poucos que disputou todas as sete edições do Brasileirão, ao lado de Iranduba-AM, São Francisco-BA, São José-SP e Vitória-PE. A melhor participação foi logo na estreia, em 2013, quando chegou à semifinal, mas caiu para o Centro Olímpico após goleada sofrida por 5 a 1 na ida e empate em 1 a 1 na volta.