Vitor Kuster. (Divulgação/Coritiba Monsters)

O Coritiba Monsters está com as atividades paralisadas desde março devido à pandemia da Covid-19. Quando a bola subir novamente, o clube vai apostar em jovens atletas para a disputa da Liga Desenvolvimento de Basquete (LDB) e da Série Ouro do Campeonato Paranaense. Um dos nomes do elenco coxa-branca é do ala Vitor Kuster, de 22 anos, e que está no basquete há apenas cinco anos.

Em entrevista à Banda B, o jogador do Coritiba Monsters contou que iniciou a carreira no basquete aos 17 anos e antes era jogador de futebol no próprio Coxa. “Eu sempre participei do esporte, inclusive joguei futebol na base do Coritiba. Eu era goleiro e todo mundo dizia que jogava bem. Quando começou a virar profissional o futebol, eu não achei que era a minha paixão. Mais tarde, eu me mudei para Brasília e comecei a jogar basquete. Logo no primeiro treino, eu me apaixonei, minha mãe me incentivou muito e sempre tive apoio da família. Comecei aos 17 anos, tarde em relação aos meus amigos, e já viajei o Brasil inteiro logo no primeiro ano”, comentou.

Durante a carreira no basquete, o ala já jogou em Campo Mourão, Uberlândia e até na Flórida. Agora, ele vive a expectativa de jogar pela primeira vez em sua cidade natal. “Tive a oportunidade de jogar em Brasília, Uberlândia, Campo Mourão. Só que sou de Curitiba e vai ser sensacional de jogar em casa. Quando o basquete voltar, eu vou estar com a maior motivação do mundo”, disse.

Basquete após a pandemia

Os clubes do basquete brasileiro devem se reunir no começo de julho para traçar um planejamento da temporada de 2020. “Não é nada certo. Cada cidade é diferente da outra em relação a volta das atividades. O que fiquei sabendo do basquete brasileiro é que vão fazer uma reunião no começo de julho para saber como cada cidade está atuando em relação ao Covid-19 para, em conjunto com os outros times, liberar os treinos e jogos de forma organizada”, explicou o ala.

Para o Coritiba Monsters, as principais competições são a LDB e o estadual. “O maior foco era a LDB. É um campeonato sub-22 que acontece em nível nacional, o melhor dos campeonatos nacionais para destacar os novos talentos. A gente também ia comentar em campeonatos regionais, como o Paranaense”, comentou Kuster.

“O Paranaense é um campeonato maravilhoso. Já joguei no passado e é uma experiência muito boa. São times profissionais, em nível profissional, e é uma evolução muito boa para a molecada. O Paraná tem desenvolvido o basquete e um estadual forte”, acrescentou.